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O “Por que” é a palavra mais importante de um profissinal

4 Comentários 07 de janeiro de 2009 @ 22:44 em Gerência

Como eu já disse no primeiro post do blog, não existe nenhuma criação que não possa se explicar lógicamente, no meio que chamamos internet onde é muito fácil você aprender, produzir e entregar algum tipo de produto ou serviço falta algum tipo de formação/especialização aos profissionais da áera, esse advento da tal “facilidade de aprendizagem” teve efeitos positivos e negativos para todos nós.

O positivo foi que várias pessoas com backgrounds diferentes entraram, tornando a web dinâmica e maleável, para todos os gostos, isso gerou uma proliferação enorme de conteúdo e atraiu ainda mais pessoas e gerou novo negócios. O negativo é que tudo ficou sem padrão, desorganizado e demorou muito até alguém começar a se preocupar com quais eram as melhores formas de disponibilizar e formatar o conteúdo, para cada segmento.

Mas ok, você deve começar a se perguntar agora o por que dessa aladainha toda, com os fatos acima a internet virou essa terra de ninguém e todo fica se perguntando, quem tem razão. Razão essa é a palavra-chave, estamos fomentando “estrelas” e se preucupando pouco com o método cientifíco, isso ocorre por conta de muitos profissionais da área não se perguntarem o Por quê do que estão fazendo e simplesmente saem fazendo sem ao menos perguntarem o Por quê aquilo funciona daquele jeito, o Por quê o projeto deu errado.

A técnica dos 5 Por quê
Foram os japoneses que colocaram em prática a técnica no chão da fábrica, logo após o milagre da ecônomia nipônica (o período pós Segunda Guerra Mundial) e que hoje é parte do que nós ocidentais conhecemos por sistema Just In Time, este foi o meio que eles encontraram para aumentar a qualidade e diminuir o desperdício na linha de produção. Consistia em basicamente um funcionário, assim que detectasse alguma falha, parava a linha de produção na hora, e todo mundo se reunia para tentar resolver o problema de vez, e eles bolaram essa teoria que para conseguir chegar a raiz do problema, estimando que precisa, no máximo, se perguntar 5 vezes por quê aquilo ocorreu para detectar o agente falho. Vamos tentar?

Por que o projeto atrasou?
1. Porque o programador não cumpriu o prazo.
Por que ele não cumpriu o prazo?
2.  Porque teve muitas mudanças no layout.
Por que teve mudanças no layout?
3. Porque o briefing foi colhido errado.
Por que o briefing foi colhido errado?
4. Porque o cliente não sabia o que queria.
Por que o cliente não sabia o que precisava?
5. Porque não demos consultoria adequada à ele.

Esse papo ai de cima deve ser conhecido de muita gente da área, não é mesmo? Mas essa técnica é ótima para ser aplicada em todos os aspectos pois, a partir dela podemos aprender realmente como as coisas funcionam, ao invés de ficarmos arranjando soluções paleativas. Outro problema que o “Por que” pode resolver é o do estrelismo.

Este é um problema dos mais comuns em agências de publicidade e circula, principalmente entre os profissionais de criação causado pelo vírus do Ego inflado, onde esses, se acham livres de explicar o por quê das coisas em prol da causa artística, daí o tiro sai pela culatra, apesar desse problema ser mais explícito entre esse grupo, atinge as mais diferentes áreas. Porém como Einstein já disse 
“Se você não pode explicar o que fez de maneira simples, você não pode explicar de maneira alguma”
então para toda criação e arte deve haver um Porque que deve convergir ao objetivo do projeto.

Esse tipo de atitude dentro do ambiente de trabalho pode trazer muitas melhorias tangíveis como, a melhora da comunicação entre profissionais, pode ajudar a defesa de um projeto junto a um cliente ou grupo de investidores e garante uma forma sistmatíca de abordar os problemas sem tanto stress. E então você já se perguntou o Por que hoje?
Leia também este post do Akita sobre Método Científico vs. Cargo Cult.

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Idéia vs. Projeto, sendo criativo na concepção de um negócio web

3 Comentários 16 de outubro de 2008 @ 12:09 em Negócios

Ok, este é um tema complexo, mas várias vezes vejo algumas grandes idéias não darem certo, por não virarem realmente projetos, também vejo muito isso no meu dia-a-dia, quando estamos na fase de concepção, que não conseguimos definir com certeza o foco do produto, e essa pergunta sempre está vinculada da onde iremos conseguir o ROI (Retorno de investimento). Parece besteira porém aquela pulga atrás da orelha que custa a passar, é a hora em que você precisa parar e ver se realmente você construiu um projeto, antes que o tiro saia pela culatra.

O Google já nos ensinou, na internet devemos sempre nos voltar à serviços, estamos vivendo uma enxurrada de reutilização de conceitos para novos mercados, não basta fazer benchmarking precisamos estar atentos nas necessidades dos usuários, há muitos segmentos em que a web ainda não atingiu o seu ápice e grandes empresas estão de olho vasculhando quem será a nova tendências da web.

Vocês já viram o Ning, Wayn, Facebook, MySpace, todos são derivados da mesma concepção, mas o que define se uma idéia/projeto vinga ou não é a sua segmentação e a necessidade do seu público, há algumas redes sociais no Brasil, porém não vi nenhuma que trabalhou seu marketing suficientemente para causar o que chamamos de Viral Loop Expansion, meu caro se você acha que um viral simplesmente “brota” você pode cair da cadeira quando perceber empresas trabalhando somente com o poder da instigação, lógico que mais uma vez precisamos estar atingindo a necessidade de um grupo específico de pessoas.

Como ter a idéia do século
Dramático não? Porém ser criativo pode ser algo mais palpável do que isso, não adianta nada uma idéia que você acha que é boa por que você nunca viu nada igual, toda boa idéia tem um explicação lógica, ponto de partida e ponto de chegada mas não necessariamente o caminho entre os dois está claro, é nesta hora que devemos falar “pera lá, como atingir o ROI?”, nesse ponto que temos que parar e observar o ambiente ao nosso redor.

Nada melhor para estimular a criatividade do que referências, lembra da frase “Nada se cria tudo se copia”, pode ser uma grande verdade, grandes idéias as vezes estão na adaptação do meio, deixe-me esclarecer, a idéia de um homem voar, o estímulo mais básico para um cidadão sonhar com isso é a observação (a de um passáro por exemplo), e quando alguem com habilidade técnica, conseguiu adaptar o meio tornou aquele sonho realidade.

Ser criativo não é necessariamente se vestir de tal forma, falar com trejeitos, mas sim você ter um approach com muito bom senso aos problemas reais, saber o porque das coisas, e saber recolher todos os estímulos cognitivos, sensoriais e emocionais, quanto mais, maior é a probabilidade de você fazer uma ligação lógica que ninguém fez e na hora de tomar uma decisão criativa, agir com o maior bom senso possível, sempre procurando manter a constância.

Então informações e conhecimento diversos nunca são demais, e ai que você entra no looping continuo de brainstorming, e acho que a melhor solução para essa equação de várias variáveis é a simplificação das coisas, basta UMA referência, para resolvermos todo o conjunto, ser pragmático nesse ponto é essencial, e ai fica claro como e onde obtermos retorno, e é nesse momento que a sua idéia se torna um projeto.

Então nunca se sinta satisfeito com a primeira opção, se você olha para o seu projeto e ainda não ter a certeza de como atingir o objetivo, melhor você rever o seu investimento e esperar a idéia amadurecer, não existe tal coisa como dinheiro rápido e o barato sai caro. Por isso leia muito, se informe muito e seja especialista na sua área, a sinergia é algo essencial na criação de negócios e para o profissional de internet a capacidade de entender e direcionar ao cliente aos cases mais importantes que podem servir como ponto de partida, só assim grandes projetos surgirão.

A diferença entre dado, informação e conhecimento

5 Comentários 09 de setembro de 2008 @ 23:50 em Gerência

Me lembro da primeira vez que ouvi este conceito, estava fazendo um curso de flash developer, e o professor explicando como programar em classes (que é algo um tanto quanto abstrato) disse uma frase que marcou:

“Não se preucupem se não entenderem isso agora, uma vez um aluno só veio a entender, um ano depois e veio contente me contar o quão bom é.”

Então lá fui eu, me meter a programar a essa tal de classe, é até hoje eu aprendo novas formas e conceitos em utiliza-la, com a equipe do trabalho crescendo procurei transmitir esse conhecimento, e o pessoal não assimilava facilmente então eu formulei a seguinte teoria.

O aprender e o entender
Quando alguem nos ensina alguma coisa nova, nós não assimilamos aquela informação, nós aprendemos a lição mas não, necessariamente sabemos como, quando, onde e os macetes de aplica-la, até que nos confrontamos com momentos de decisão onde todo aquele conteúdo acumulado, volta a tona, e nosso cérebro faz o link daquela informação com um problema real, e então entedemos como usar e nunca mais esquecemos.

Bem depois de comentar com alguns conhecidos antes e o depois, pude perceber que há muita diferença nessas duas palavrinhas, mas algo ocorreu algumas semanas atrás, em uma palestra de marketing para engenheiros, ministrada pelo Cadu Silva, logo no ínicio ele deu a forma e conceito, que faltava para concluir esse raciocínio.

Dados
Tudo é um dado, qualquer tipo de input que recebemos que não agrega nenhum valor, por exemplo os números brutos de uma pesquisa.

Informação
Quando aplicamos algum tipo de inteligência nos dados que recebemos, ele se transforma em informação, que pode ser digerida e nos dão algum parecer sobre alguma coisa.

Conhecimento
Esta informação fica armazenada em nossa mente, porém, só se transforma em conhecimento se for aplicada em alguma situação real, o tal poder de decisão.

Isso traz para o ambiente de trabalho duas coisas muito importantes, primeiro: sempre estar lendo, aprendendo e inovando nossas ações, segundo: sempre transmitir informação para poder colher e gerar novos conhecimentos. Pense bem, é impossivel saber qual dado é relevante e quando vamos conseguir transformar a informação em conhecimento, imagine agora se é um terceiro/colaborador.

Mas se temos um fluxo grande de idéias, de sinergia e de liberdade de escolha e pensamento, podemos colher o benefício do conhecimento agregado, por nós, e pelos nossos colegas e colaboradores, simplesmente por aumentarmos os dados e as informações, todos tem algo para contribuir e assim podemos atingir metas coletivamente, que é um tópico de administração enxuta.

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A regra do um terço

1 Comentário 04 de setembro de 2008 @ 12:18 em Ergonomia

Estes últimos anos tive a oportunidade de participar no planejamento de alguns sites de conteúdo editorial, e posso dizer que o meio jornalístico é muito excitante de se trabalhar, a mídia é nova, mas o meio é muito antigo, há aqueles gostariam de re-inventar a roda, o que resulta em um belo tiro no pé, mas podemos incrementar a roda certo? Correto.

Olhando para o passado para planejar o futuro
Era uma vez uma civiliação, que vivia a beira do mediterrâneo em um país chamado Grécia, lá viveram figuras interessantes que revolucionaram o mundo antigo (e moderno) com idéias de filosofia, matemática e política, este povo sempre teve gosto pelo pensamento, elaborando e documentando teorias em praticamente todos os ramos da ciência.

Naquela época a disseminação e quantidade de conteúdo era muito limitada e a técnica que eles possuiam era a observação, o cenário, o mundo natural ao seu redor. Até posso imaginar eles sentados em planíces verdes de céu azul, com papel e lápis (ou similares), vendo ninfas correndo livremente todas semi-nuas…. Ops foco.

Nessa de observação de nus um sujeito percebeu que havia uma relação matemática na proporção nos corpos das pessoas (lembre-se que eles eram obcecados pela beleza humana), e com algumas contas simples ele concluíu que uma regra simples passava essa idéia de perfeição, a tal da regra do ⅓. Então fica assim:

• O tronco é ⅓ do tamanho total do corpo
• A maçaneta da porta fica a ⅓ da altura total do pé direito
• A santíssima é trindade não duplícidade

Essa listinha é só pra se ter uma idéia de como essa regra passou a ser um marco a todos os trabalhos a partir de então, como arquitetura, música, etc. Mas lógico que outros estilos foram criados e os modelos atualizados.

Chega de história vamos as aplicações
Agora eu lhes pergunto, vocês não acham que nós fomos naturalmente programados a aceitar essa tal regra do um terço desde que nascemos? Ela passa essa impressão de que tudo esta homogêneo, bem distribuído, bem diagramado. Pronto chegamos na palavra-chave, agora corram peguem uma revista, ou um jornal conte em quantas colunas o texto é dividido, em alguns casos 2/6 (quando a página é bem grande), que uma simples algebra transforma em ⅓. Façam um teste procurem uma revista que não segue essa diagramação e parem para refletir 1 min.

Na próxima vez em que você for aprovar um layout, e sentir que tem algo estranho e você não sabe o que, lembre-se dessa técnica ela pode ser uma arma poderosa na mão de gestores e designers, e como a matemática é exata você pode brincar livremente com divisões simultâneas, porque no final tudo não passa do tal um terço.

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Introdução

1 Comentário 04 de setembro de 2008 @ 09:13 em Geral

Já faz algum tempo que penso em uma maneira de organizar todas as idéias interessantes que me são expostas, aqueles insigths que se dão durante a produção de um job, de conceitos e explicações interessantes para justificar o que estamos criando e produzindo. E esse é um ponto interessante já que não existe criação que não possa ser lógicamente justificada (mas vou falar sobre isso uma outra hora).

O gerenciando idéias
O que me motivou a criar este blog, foram os momentos logo após aquelas longas reuniões de briefing para definir o foco do projeto, conversas sobre o mercado com os amigos, os livros que eu leio ou simplesmente aquele momento em que houve uma coincidência incrível de informações. Todo esse excesso de incoming pode deixar a gente confuso, não é mesmo?

Por isso essa foi a minha solução, afinal não criamos nada sozinhos, nós dependemos de estímulos do mundo exterior, e muita capacidade de raciocínio para podermos digerir tudo isso e colocarmos em prática a tempo e a contento de forma sistemática e efetiva, observo que este meio é uma ótima válvula de escape para tudo isso sem depender somente da cachola, e de quebra ainda posso praticar a minha redação.

Os tópicos
Todo projeto precisa ter uma meta e um foco, mesmo a internet sendo um meio multidisciplinar, onde você precisa enteder um pouquinho de design, um pouquinho de programação, marketing, sistemas de busca, economia, arquitetura … vou parar por aqui por que essa lista vai ser longa não?
Retomando a idéia, aqui quero discutir um pouco da macrovisão do planejamento em todas as categoria profissionais, cases de projetos, técnicas de usabilidade e tentar moldar essa visão do gerente de projetos/novos negócios web, que ao meu ver é uma profissão um tanto quanto vaga hoje.

Como, quando e onde?
Pretendo seguir um caminho mais editorial por aqui, com um formato de matérias, com uma programação semanal de início, gosto de aprender coisas novas então sintam-se livres para sugerir pautas pelo email contato [at] helloweb.blog.br, e como sem leitores não há um blog, vou esperar pelo feedback de vocês para aplicar o contínuo processo de melhoria.

Abraço a todos.

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What is Lorem Ipsum?

2 Comentários 21 de junho de 2008 @ 23:33 em Geral

Lorem Ipsum is simply dummy text of the printing and typesetting industry. Lorem Ipsum has been the industry’s standard dummy text ever since the 1500s, when an unknown printer took a galley of type and scrambled it to make a type specimen book. It has survived not only five centuries, but also the leap into electronic typesetting, remaining essentially unchanged. It was popularised in the 1960s with the release of Letraset sheets containing Lorem Ipsum passages, and more recently with desktop publishing software like Aldus PageMaker including versions of Lorem Ipsum.

Where does it come from?
Contrary to popular belief, Lorem Ipsum is not simply random text. It has roots in a piece of classical Latin literature from 45 BC, making it over 2000 years old. Richard McClintock, a Latin professor at Hampden-Sydney College in Virginia, looked up one of the more obscure Latin words, consectetur, from a Lorem Ipsum passage, and going through the cites of the word in classical literature, discovered the undoubtable source. Lorem Ipsum comes from sections 1.10.32 and 1.10.33 of “de Finibus Bonorum et Malorum” (The Extremes of Good and Evil) by Cicero, written in 45 BC. This book is a treatise on the theory of ethics, very popular during the Renaissance. The first line of Lorem Ipsum, “Lorem ipsum dolor sit amet..”, comes from a line in section 1.10.32.

The standard chunk of Lorem Ipsum used since the 1500s is reproduced below for those interested. Sections 1.10.32 and 1.10.33 from “de Finibus Bonorum et Malorum” by Cicero are also reproduced in their exact original form, accompanied by English versions from the 1914 translation by H. Rackham.

Why do we use it?
It is a long established fact that a reader will be distracted by the readable content of a page when looking at its layout. The point of using Lorem Ipsum is that it has a more-or-less normal distribution of letters, as opposed to using ‘Content here, content here’, making it look like readable English. Many desktop publishing packages and web page editors now use Lorem Ipsum as their default model text, and a search for ‘lorem ipsum’ will uncover many web sites still in their infancy. Various versions have evolved over the years, sometimes by accident, sometimes on purpose (injected humour and the like).

Where can I get some?
There are many variations of passages of Lorem Ipsum available, but the majority have suffered alteration in some form, by injected humour, or randomised words which don’t look even slightly believable. If you are going to use a passage of Lorem Ipsum, you need to be sure there isn’t anything embarrassing hidden in the middle of text. All the Lorem Ipsum generators on the Internet tend to repeat predefined chunks as necessary, making this the first true generator on the Internet. It uses a dictionary of over 200 Latin words, combined with a handful of model sentence structures, to generate Lorem Ipsum which looks reasonable. The generated Lorem Ipsum is therefore always free from repetition, injected humour, or non-characteristic words etc.

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Abstract

Olá, meu nome é Edson Hilios sou designer industrial e futuro engenheiro, trabalho como consultor web em novos negócios e arquiteto de informação, este blog foi criado para compartilhar algumas idéias que considero relevantes na concepeção e gestão de projetos web, espero poder instigar os meus leitores e aprender com seus feedbacks e juntos pensar na web de hoje e amanhã, então mãos à obra.

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